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Duas pessoas foram encontradas mortas no fim da tarde desta sexta-feira (24) em uma área de mangue no bairro Comasa, em Joinville, no Norte de Santa Catarina. O caso foi registrado há pouco e mobiliza equipes das forças de segurança.

De acordo com as primeiras informações, as vítimas seriam um casal que estava desaparecido há três dias. Os corpos apresentavam sinais de violência e foram localizados em uma região de difícil acesso, cercada por vegetação e lama.

Segundo informações colhidas no local, há suspeita de envolvimento do casal com roubos registrados recentemente na região. As circunstâncias das mortes ainda estão sendo apuradas.

Equipes da Polícia Militar, Polícia Científica e Polícia Civil foram acionadas e permanecem no local realizando os primeiros levantamentos. Os peritos informaram que os corpos não estavam em estado avançado de decomposição, o que indica que as mortes ocorreram há pouco tempo.

Os corpos serão encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Joinville para identificação oficial e exames periciais.

Maria Rafaela Pereira, de 23 anos, e Natan Luchini Neves, de 28, possuíam extensas fichas criminais. Ela tinha passagens por furto, tráfico e associação para o tráfico, ameaça, lesão corporal, tentativa de homicídio, roubo, porte ilegal de arma e até falsa identidade. Natan acumulava 26 registros policiais, incluindo desobediência, resistência, furto, roubo, dano, tráfico de drogas e ameaça.


Segundo as investigações iniciais, o casal seria suspeito de participar do assassinato de um motorista de aplicativo ocorrido recentemente em Joinville. A Polícia Civil trabalha agora para esclarecer as circunstâncias das mortes e apurar se o duplo homicídio pode ter sido um acerto de contas ligado ao crime anterior.


O motorista de aplicativo Edson Nazário, de 56 anos, foi encontrado morto na última segunda-feira (20), após passar cinco dias desaparecido em Joinville. Conhecido por sua fé e dedicação ao trabalho, Edson era bastante querido por colegas e clientes da região.


De acordo com as investigações da Polícia Civil, o caso é tratado como latrocínio — roubo seguido de morte —, já que o corpo foi localizado com as mãos e os pés amarrados, o que indica que ele possa ter sido rendido antes de ser assassinado.

FONTE/CRÉDITOS: JORNAL RAZÃO