Espaço para comunicar erros nesta postagem
A causa animal tem ganhado cada vez mais espaço no coração dos moradores de São Bento do Sul — e agora, também no meio empresarial. Com o número de animais abandonados ainda preocupante na cidade, uma nova iniciativa quer unir forças para mudar essa realidade.
A boa notícia é a criação do “Selo Caramelo”, um projeto de lei apresentado pela vereadora Cátia Maria Grosskopf Friedrich e já aprovado pelo prefeito Antônio Tomazini. A proposta, que já passou pela primeira discussão na Câmara Municipal e agora aguarda a segunda, tem como objetivo incentivar empresas e instituições privadas a adotarem animais abandonados.
A ideia é simples e cheia de impacto: quem adotar um animal resgatado poderá receber o Selo Caramelo, uma espécie de reconhecimento oficial por contribuir com a causa. Além disso, as empresas ainda ganham uma forcinha extra de visibilidade, podendo usar o selo como forma de divulgação e engajamento com o público.
Segundo o texto da lei, os animais adotados devem estar castrados, vacinados e microchipados — tudo sem custo para as empresas. A única exigência é garantir espaço adequado, alimentação e cuidados básicos para o novo mascote da firma. De quebra, quem adotar ainda pode receber até 10 mudas de plantas do Horto Municipal. Uma forma bonita de cuidar dos bichinhos e do meio ambiente.
A proposta também reforça a importância da parceria entre poder público, empresas, ONGs e protetores independentes para garantir mais dignidade e bem-estar aos animais em situação de vulnerabilidade. A vereadora Cátia defende que a responsabilidade pela causa animal deve ser compartilhada por todos, e o selo é uma forma concreta de colocar isso em prática.
O Selo Caramelo terá validade de 12 meses e poderá ser renovado após nova avaliação. Agora é esperar a segunda discussão na Câmara para que essa ideia comece a fazer a diferença — uma pata de cada vez.
Publicado por:
Portal São Bento
Lorem Ipsum is simply dummy text of the printing and typesetting industry. Lorem Ipsum has been the industry's standard dummy text ever since the 1500s, when an unknown printer took a galley of type and scrambled it to make a type specimen book.
Saiba MaisNossas notícias
no celular
