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Sexta-feira, 13 de Marco de 2026

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Lobisomem é ficção ou realidade?

Como surgiu as história de lobisomem

Portal São Bento
Por Portal São Bento
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Lobisomem é ficção ou realidade?
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O lobisomem é uma criatura da ficção, parte do folclore e das lendas de várias culturas ao redor do mundo. Acredita-se que seja um ser humano que se transforma em lobo (ou uma criatura parecida com um lobo) geralmente durante a lua cheia.

Essa ideia aparece em mitologias antigas, especialmente na Europa, e foi popularizada por histórias, filmes e livros ao longo dos séculos. Não há nenhuma evidência científica de que lobisomens existam de verdade.

Mas, como todo mito, o lobisomem carrega significados simbólicos — como o medo do lado selvagem do ser humano ou a transformação de identidade.

Quer saber mais sobre a origem dessa lenda ou alguma versão específica, tipo no Brasil ou em outro país?

Beleza! Vamos lá:

Origem do Mito do Lobisomem (geral)

A lenda do lobisomem tem raízes principalmente na Europa Medieval, mas versões similares aparecem em muitas culturas. Na Grécia Antiga, por exemplo, há a história de Licaão, um rei que foi transformado em lobo por Zeus como punição por seus crimes — daí vem o termo "licantropia" (do grego lykos = lobo + anthropos = homem).

Durante a Idade Média, com o medo do desconhecido e da bruxaria, muitos acreditavam que pessoas poderiam se transformar em lobos por maldição, pacto com o diabo ou uso de poções mágicas.

Lobisomem no Folclore Brasileiro

No Brasil, o mito do lobisomem veio com os colonizadores portugueses, mas foi adaptado e misturado com o folclore indígena e africano.

Aqui, a lenda mais comum diz que:

  • O lobisomem é geralmente o sétimo filho homem de uma família (às vezes o primeiro depois de seis filhas);
  • A transformação acontece nas noites de quinta-feira para sexta, especialmente em lua cheia;
  • Ele se transforma em um cachorro grande e peludo (às vezes mais parecido com um porco ou cavalo, dependendo da região).

Algumas versões dizem que ele percorre sete encruzilhadas, uiva, e causa azar a quem o vê — mas só volta à forma humana ao amanhecer.

 

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