Com a chegada do inverno e a queda nas temperaturas, os casos de Influenza têm aumentado em todo o país, e, com eles, a preocupação com a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) — uma das complicações mais severas da gripe. Dados de órgãos de saúde indicam que o vírus da Influenza é um dos principais responsáveis por internações relacionadas à SRAG, especialmente entre idosos, crianças pequenas, gestantes e pessoas com comorbidades.
A Síndrome Respiratória Aguda Grave é caracterizada por sintomas respiratórios intensos, como falta de ar, saturação de oxigênio abaixo de 95% e necessidade de hospitalização. Em muitos casos, a doença pode evoluir para insuficiência respiratória e levar à morte se não for tratada a tempo.
De acordo com especialistas, o vírus Influenza — em especial os subtipos A(H1N1) e A(H3N2) — é frequentemente detectado em pacientes com SRAG durante os períodos de maior circulação viral. “O número de internações por SRAG tende a subir nessa época do ano, e boa parte delas está associada ao vírus da gripe. Por isso, é fundamental manter a vacinação contra a Influenza em dia, especialmente entre os grupos prioritários”, alertam os profissionais de saúde.
Além da vacinação, o diagnóstico precoce é essencial para o tratamento adequado. Ao apresentar sintomas como febre alta, tosse persistente, dor no corpo e dificuldade para respirar, é importante procurar atendimento médico o quanto antes.
As autoridades de saúde reforçam a importância da prevenção, incluindo higienização frequente das mãos, uso de máscara em ambientes fechados e a etiqueta respiratória (cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar), sobretudo em locais com alta circulação de pessoas.
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