São Bento Notícias - Sua fonte de notícias na cidade de São Bento do Sul

Terça-feira, 14 de Abril de 2026
Leier
Leier

Santa Catarina

SC terra de gente trabalhadora não necessita de Bolsa Família para crescer

Santa Catarina amplia presença nas classes A, B e C e escancara debate sobre dependência de programas sociais

Portal São Bento
Por Portal São Bento
/ 124 acessos
SC terra de gente trabalhadora não necessita de Bolsa Família para  crescer
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

 

Publicidade

Leia Também:

 

 

Um levantamento recente aponta que 92,07% da população de Santa Catarina integra atualmente as classes A, B e C, um salto expressivo em relação a 2022, quando o índice era de 88,03%. O estudo, atribuído à Fundação Getulio Vargas (FGV), reforça um movimento consistente de crescimento da renda, redução da pobreza e fortalecimento do mercado de trabalho no estado.

O dado, por si só, reacende um debate sensível no país: até que ponto políticas de transferência de renda são solução permanente ou apenas paliativos diante da capacidade produtiva de determinadas regiões? Em Santa Catarina, a leitura predominante é clara e direta — o avanço econômico não veio de esmolas do governo federal, mas de um povo trabalhador, historicamente ligado à produção, à indústria, ao comércio e ao empreendedorismo.

Nos últimos anos, Santa Catarina tem se destacado como um dos estados com maior ritmo de crescimento econômico do Brasil, superando a média nacional em diferentes indicadores. Entre 2024 e 2025, o estado manteve desempenho robusto, impulsionado por eficiência administrativa, diversificação econômica e um ambiente favorável aos negócios. Não por acaso, registra também uma das menores taxas de desemprego do país.

Esse cenário refletiu diretamente em programas sociais. Muitas famílias que antes dependiam do Bolsa Família voltaram ao mercado de trabalho, priorizando o aumento da renda familiar e rompendo o ciclo de dependência. O resultado é uma migração gradual da população para faixas de renda mais altas, com ganho real de dignidade e autonomia.

A crítica que emerge desse contexto é objetiva: quando há emprego, incentivo ao empreendedorismo e segurança jurídica para empresas crescerem ou se instalarem, o assistencialismo perde protagonismo. Em Santa Catarina, o trabalho continua sendo o principal instrumento de ascensão social. O estado oferece incentivos econômicos, apoio à inovação e condições para quem quer produzir — e colhe os frutos disso.

Ao atingir mais de 92% da população nas classes A, B e C, Santa Catarina reforça sua identidade como terra de um povo trabalhador e honesto, que cresce com esforço próprio e cobra políticas públicas focadas em desenvolvimento, não em dependência.

 

Comentários: